MoveIlhéus quer entender o comportamento urbano e diminuir o sedentarismo da população

A participação envolve o preenchimento de um geoquestionário virtual com questões de múltipla escolha e indicações de locais da cidade no mapa
Por Ascom
30/03/2021 09h55
Atualizado em 30/03/2021 11h22

O Grupo de Estudos e Pesquisa em Comportamento Motor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) está convidando a população em geral para participar do Projeto MoveIlhéus: conectando experiência, comportamento e espaço urbano.

O Projeto visa elaborar indicadores para uma cidade mais ativa e sustentável. Baseado numa metodologia participativa desenvolvida na Finlândia, os pesquisadores da Uesc elaboraram uma plataforma capaz de monitorar o nível de atividade física da população, o comportamento sedentário e as percepções sobre o espaço urbano para pensar em políticas públicas que favoreçam uma vida mais ativa e saudável para Ilhéus e região.

A participação envolve o preenchimento de um geoquestionário virtual na página do projeto que envolve questões de múltipla escolha e indicações de locais da cidade no mapa. A duração do preenchimento é de aproximadamente 20 minutos. Ao final, o participante recebe um relatório personalizado informando seu nível de atividade física baseado nas recomendações da Organização Mundial da Saúde e também sobre a sua percepção (se positiva ou negativa) em relação ao seu bairro.

O MoveIlhéus busca através de parceria com a comunidade pensar uma cidade mais ativa, saudável e sustentável. Maiores detalhes podem ser obtidos no site. Os resultados das ondas anteriores podem ser acessados por vídeos no canal do YouTube. Os conteúdos também estão disponíveis nas redes sociais Facebook, Instagram, Twitter e YouTube no perfil @moveilheus.

MoveIlhéus            

O Projeto MoveIlhéus é uma iniciativa que busca entender as características de uma cidade mais ativa e como os cidadãos se relacionam com essa cidade. Neste sentido, este projeto busca mapear os locais propícios para a prática de atividade física e como os praticantes e moradores percebem estes espaços.

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